5 sinais de atraso no desenvolvimento

Não atingir os marcadores de desenvolvimento para idade;
Atraso motor, tanto na motricidade grossa quanto fina;
Dificuldade de aprendizagem;
Atraso no desenvolvimento da autonomia (autocuidado);
Dificuldade escolar.

Muitas vezes estas diferenças são quase imperceptíveis, pois as crianças ainda são pequenas, mas a cada sinal que deixamos passar estas diferenças vão ficando cada vez mais gritantes.

Tropeçar, esbarrar, não segurar o lápis corretamente, para muitos parece ser algo normal, contudo isso pode se tornar algo corriqueiro e começa afetar outras áreas do desenvolvimento.

Precisamos estar atentos aos pequenos sinais, a fim de proporcionar uma intervenção precoce, que é cientificamente provado ser algo que proporciona melhores resultados no desenvolvimento infantil.

Pediasuit um protocolo com múltiplas possibilidades

A terapia PediaSuit é uma abordagem intensiva que possibilita a obtenção de resultados em menor tempo, o uso do macacão PediaSuit permite que ajustes posturais sejam feitos e aumenta a informação sensorial proprioceptiva.

Ele pode ser utilizado também fora da sala de terapia.

Aqui, destacamos nossas unidades, pois ambas possuem este espaço ao ar livre o que facilita na intervenção

Possibilitando aos pacientes o desenvolvimento de atividades funcionais também nestes espaços, que são ricos em estímulos e levam a exploração e desenvolvimento de habilidades de forma muito mais prazerosa e dinâmica.

No Rio Grande do Sul, estamos entre as poucas clínicas que realizam o protocolo PediaSuit com a possibilidade de atividades em área externa, algo muito importante se tratando de terapia intensiva, que demanda dos pacientes muitas horas em um mesmo espaço.

5 dicas para ajudar a criança não verbal a transmitir as suas necessidades e os seus desejos aos pais.

A Comunicação não verbal é uma ponte para o desenvolvimento da linguagem.

Brincadeiras e interação social auxiliam no processo de descrever as coisas.
A imitação é uma forma de comunicar a compreensão mútua
Deixe que a criança não verbal defina o ritmo e o tema que mantêm o interesse dele
Evite a vontade de responder pelo seu filho e lhe dê espaço

Uma criança não verbal não significa necessariamente manter métodos não verbais de comunicação para sempre.

Aproveite e elogie ao máximo as tentativas de comunicação da criança.

Use frases curtas e objetivas: “pega bola”.

Alterne o tom de voz para enfatizar que é dito, seja muito teatral!

Use o brincar para apresentar palavras e expressões novas.
Garanta a atenção da criança quando for fazer uma pergunta. E faça perguntas que tenham respostas objetivas como: sim ou não.

Alfabetização e autismo

26 jul 2022 Comportamento, Geral

Certamente já ouviram falar sobre os métodos de alfabetização e como eles podem influenciar o desenvolvimento das crianças que vivem no espectro autista, certo?

A dúvida mais comum é a maneira que os profissionais encontram para alfabetizá-los.

Esta preocupação está correta, pois a forma como a criança será submetida às técnicas de aprendizagem é determinante para o seu desenvolvimento pedagógico e pessoal.

Para que ela consiga alcançar as habilidades necessárias para sua alfabetização, é preciso que haja a estimulação adequada.

Isso significa que quando a criança percebe o seu próprio progresso mediante uma estimulação adequada, ela demonstra mais autoestima diante dos desafios.
Dicas de como auxiliar neste processo:

Não muito diferente das crianças neurotípicas, para auxiliar as crianças no espectro autista a se alfabetizarem, são necessárias algumas estratégias, como: conhecer os seus interesses, dividir as tarefas em etapas, ajudá-lo quando necessário, se comunicar usando imagens e criar um painel com a rotina.

Ações como estas ajudam a promover a autonomia das crianças no geral.

O conhecimento sobre o espectro autista e sobre cada aluno é o primeiro passo para gerar empatia.

Dicas extras!

Para ajudar na alfabetização e no desenvolvimento de habilidades

Conecte a leitura à rotina.
Apresente temas de interesse da criança.
Procure elementos que gerem identificação.
Ensine um novo conceito por vez.
Estimule diferentes sentidos.

Precisa de ajuda, nós temos especialista que podem auxiliar neste processo, agende seu atendimento!

Dica para aliviar as alterações sensoriais do inverno

Sabemos que utilizar cobertores comuns pode ser algo desafiador, quando se trata de crianças com alterações sensoriais, como autistas. Não é mesmo?

Mas a manta ponderada, pode ser uma solução.

Por ser um produto terapêutico que causa sensação de toque profundo, distribui suavemente a pressão através do corpo durante o descanso, ajudando assim a relaxar o sistema nervoso.

Uma dica importante para os dias de frio, principalmente aqui na cidade de Porto Alegre.

Importante consultar o Terapeuta Ocupacional do seu filho para avaliar se este produto é indicado para o seu caso.

Andador – Apesar de não ser recomendado, por que algumas famílias ainda utilizam?

Desde 2014 a Sociedade Brasileira de Pediatria, iniciou uma campanha desaconselhando o uso de andadores infantis, classificando-os como perigosos e desnecessários.

Em 2018 a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou, com emenda, proposta que proíbe a fabricação, a venda e a utilização de andador infantil em todo o País.

Embora vários países – entre eles o Brasil – desencorajam o uso de andadores infantis, eles ainda são usados ​​com frequência.

Para os pais colocar o bebê no andador é uma forma de estimular a mobilidade, ajudando a criança a se exercitar, ficar “mais quietinha”, feliz, entretida por muitas horas, permitindo assim, que os pais, possam realizar as suas tarefas diárias.

Ao usar o andador, o bebê pode ter algumas etapas importantes do seu desenvolvimento comprometidas e atrasadas, como engatinhar, equilibrar-se, andar, além de não aprender a cair – em resumo, o uso do andador não desafia a criança o suficiente para dominar seus movimentos.

O lugar do bebê é no chão, onde vai aprender a rolar, sentar, engatinhar e andar. E com a supervisão atenta de um adulto, num ambiente que não ofereça riscos.

Marcos do desenvolvimento Neuropsicomotor

Recém-nascidos – Resposta motora involuntária secundária a um estímulo
1 mês – Segue a luz
2 meses – Sorri, balbucia
3 meses – Sustenta a cabeça
4 meses – Agarra objetos
5 meses – Gira sobre o abdômem
6 meses – Mantém-se sentado
7 meses – Preensão palmar
8 meses – Pinça digital
9 meses – Põe-se sentado
10 meses – Engatinha
11 meses – De pá, dá passos com apoio
12 a 14 meses – Caminha sozinho

Cada criança tem seu tempo no sentido de se desenvolver de acordo com suas características (carga genética, estímulos e experiências que são expostas), porém, esse tempo acontece obedecendo a uma curva de desenvolvimento típico, que são os marcos do desenvolvimento.

E quando falamos em desenvolvimento neuropsicomotor, assim como outros, segue uma sequência. Uma habilidade depende da outra para ocorrer.

Toda criança tem seu tempo, será?

Esta frase tem que ser interpretada com muito cuidado! Cada criança tem seu tempo no sentido de se desenvolver de acordo com suas características (carga genética, estímulos e experiências que são expostas), porém, esse tempo acontece obedecendo a uma curva de desenvolvimento típico, que são os marcos do desenvolvimento.

E quando falamos em desenvolvimento neuropsicomotor, assim como outros, segue uma sequência. Uma habilidade depende da outra para ocorrer.

A postura em pé com apoio ocorre por volta dos 11 meses, e entre 12 a 18 meses a criança inicia os primeiros passos sem apoio. Identificar atrasos no desenvolvimento é importante para iniciar intervenção de forma precoce, aumentando as oportunidades para o desenvolvimento adequado.

Por inúmeros fatores, a resposta é SIM, pois a postura em pé promove:
Ativação muscular de tronco e membros inferiores;
Alongamento ativo da musculatura;
Manutenção e aumento da densidade mineral óssea;
Benefícios ao sistema cardiovascular e gastrointestinal;
Prevenção de contratura e deformidades.

Manutenção da postura em pé com alinhamento é uma das funções que a gaiola de habilidades auxilia na terapia, permitindo desenvolver esta e outras tantas habilidades.

A Clínica Todos possui este equipamento, assim como o profissional especialista da área da Fisioterapia para realizar estas intervenções.

Proporcionar vivências é pensar no aprendiz em seu contexto global.

Aprender habilidades como andar na rua com segurança, faz parte de uma intervenção ABA.

Primeiramente precisamos garantir o controle instrucional em um ambiente mais estruturado, onde se tem mais controle, para de forma gradativa, partindo do mais fácil para o mais difícil, irmos aumentando o nível de dificuldade.


Isto é pensar em um contexto de vida do aprendiz, para não colocar a sua própria vida em risco.

Na foto o aprendiz está sendo conduzido pela sua terapeuta da Clínica Todos, onde faz algumas das suas terapias, até o Todos Espaço de Vivências, para complementar o seu tratamento.

Uma simulação da vida diária

É importante as crianças façam suas próprias descobertas através da manipulação, exploração do ambiente físico-social.

Para isso podem e devem ser exploradas situações referentes à alimentação, higiene pessoal, saúde, segurança, às atividades domésticas e ao vestuário.

Contudo, muitas crianças com Transtorno do Espectro Autista, apresentam comprometimento nas funções executivas, que se refere ao planejamento e execução de atividades que sigam uma sequência padronizada de ações, como por exemplo “amarrar o cadarço do tênis”.

Em nossa equipe terapêutica interdisciplinar, possuímos profissionais que estão capacitados para o treinamento das AVDs (atividades de vida diária).

Estes profissionais são fundamentais para propiciar independência em todos os ambientes, tanto em casa como na escola e nas mais diversas situações sociais da vida da criança.

Pensando nisso, em nossa nova sede, preparamos um espaço que simula o seu ambiente natural.

Neste espaço iremos proporcionar intervenções para estimular sua autonomia, como: vestir-se, arrumar a cama, alimentar-se, etc.

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